sábado, 25 de janeiro de 2020

O VALE DE JOSAPHAT


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                           O VALE DE JOSAPHAT**

A Bíblia Hebraica tendo sido redigida pelos grandes Iniciados da alta antiguidade, contem., minuciosamente descrito, aquilo que nossas religiões colocara na base de seus ensinamentos sob o nome de Revelação.

As circunstancias, embora, permitindo que o Texto sagrado não fosse integralmente transmitido, não permitiram que a língua Hebraica nos chegasse intacta. Conhece- se com uma aproximação suficiente, um quinto aproximadamente de suas palavras; o resto é traduzi do “às apalpadelas" com a finalidade de apresentar uma tradução racional. Infelizmente o resultado final é falso. Se bem que as pessoas atualmente não possam ler e ver nos textos sagrados a imensidade de verdades que esses escritos são encarregados de nos transmitir.

Mas saibam que o livro acaba de ser aberto! Vocês sabem igualmente, por São João, que o livro deve ser aberto no “final dos Tempos" Para o triunfo do Cordeiro.

Já que possuímos a coragem de atacar de frente, para rasgar; o Véu de obscurantismo que mascara aos olhos dos homens uma das verdades mais grandiosas, afirmando a realidade da Reencarnação, tenho, em testemunha de gratidão pela defesa que tens sempre suscitado à causa, mostrar até que ponto está em acordo com o ensinamento oculto de nossas Religiões atuais.

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As Religiões, de nossa infância, nos ensinam a ressurreição geral, em carne e osso, no Vale de Josaphat no dia do Juízo Final.

Esta frase, isolada, contém uma grande verdade e tomada “ao pé da letra” é falsa de uma ponta à outra.

Como elucidar a questão?

Simplesmente traduzindo a Bíblia Hebraica pelo método ensinado pelo próprio Pentateuco. Aquele que nos permitirá ver que a Natureza procede sempre conforme suas Leis Imutáveis.

Consideremos de início a Letra de nossa frase.

O Vale de Josaphat, ou do Cedron, está situado a leste da Vila de Jerusalém,ele representa a Bacia superior do Cedron, a parte onde a torrente margeando o planalto que assenta a vila, corre na direção Norte - Sul. Sua largura média não atinge 200 metros, e sua extensão não ultrapassa três quilômetros, sua superfície total pode portanto ser avaliada em 60 hectares. Para servir como lugar de peregrinação à viajantes numa bela temporada de verão, o sitio é largamente suficiente mais quantos seriamos se toda a humanidade se encontrasse no mesmo dia?

A ciência, baseada na observação, remontando até a idade da Pedra polida, assinala ao homem sobre a Terra uma origem remontando no mínimo trinta mil anos, ou seja, trezentos séculos, e é o mínimo. (1)

A população atual da Terra é de aproximadamente um bilhão e meio de habitantes. (2)

Admitamos que outrora a população menos densa não tenha atingido a metade desse número, e que a duração da vida média tenha sido de 50 anos para uma geração. O número de humanos tendo vivido sob o globo no espaço de um século seria representado de novo pelo número de um bilhão e meio.

Para trezentos séculos teríamos o formidável exército de quatrocentos e cinqüenta bilhões de seres humanos.

Portanto, tomando o texto ao "pé da letra”, seria necessário alojar pelo menos quatrocentos e cinqüenta bilhões de homens em um pequeno terreno de 60 hectares.

Não é loucura?

(...)

Retornemos aos livros sagrados e consultemos por sua vez as Escrituras Santas tão abandonadas.

Tudo muda:

O Vale de Josaphat, ou de Cedron, recebeu esses nomes para comemorar um fato importante, como em Paris, as ruas Londres ou Av. Victor Hugo receberam seus nomes sem que eles tivessem jamais tido alguma ligação direta entre essas ruas e o nome recebido.


Restam aos nomes, eles mesmos.

O Pentateuco nos ensina como é necessário ser hábil para os traduzir.

Josaphat, significa: Aquele que realiza um julgamento pressuposto.

Cedron, significa: Absolvimento.

Tomadas isoladamente essas tradições nada dizem ao pensamento. Seria necessário a tradução de todas as passagens contendo esses nomes, o que nos faria sair de nosso objetivo, é entretanto, o contexto dessas frases que fará claramente sobressair o emprego.

Duas palavras de comentários trarão uma melhor compreensão de seu valor.

Quando, em nosso cotidiano, lemos que um homem está sendo enviado à "Caiena" (3) ou que uma criança está sendo enviada. para uma prisão, a palavras "Caiena" e prisão evocam, cada uma, em seu sentido particular a idéia daquele que realiza um julgamento pressuposto. Quanto ao Vale, não é mais especialmente um vale ,do que uma planície ou colina, é simplesmente a Terra, esta Terra que nossos próprios poetas denominaram: “Vale de lágrimas".

A palavras absolvimento (Cedron) é urna tradução exata, mas brutal; é um Hebraismo que é preciso substituir por um Galicismo. Digamos portanto, segundo o uso francês: Libertação com o sentido de nascimento.

Qual o sentido deste nascimento ?

É o da mãe que colocou no mundo uma criança a quem forneceu um corpo em carne e osso, esta criança é um reencarnado.

Reencarnou a seu pedido porque cedeu a tentação da matéria. cometendo ela mesmo seu próprio pecado: e não possui outro pecado.

Nos meios invisíveis, onde primeiro viveu, estava feliz ao abrigo de nossas misérias, poderia permanecer assim durante séculos, porque o tempo não mais que a distância inexistem no mundo psíquico. Mas ela estaria numa felicidade calma, muito doce, sabendo que estaria melhor no “degrau acima".

Os encantos do desconhecido, do progresso possível, o atrativo das ciência s inerentes a esta matéria tão plena de mistérios para os invisíveis, os levou malgrado os conselhos recebido no “lado de lá", ceder a tentação de seu pecado original.

A árvore sensual o seduziu no Édem, e somente a morte, desde então, poderá devolver sua liberdade.

Isto não é tudo.

Pouco se sabe das contingências brutais do mundo material no "lada de lá", sabe-se o bastante para poder discernir o valor qualificativo de um meio apetecível para uma reencarnação, mas alto lá:

Nem tudo se passa como desejaríamos: Se fossemos livres , cada um faria sua escolha com um. discernimento maravilhoso.

É aqui que intervém esses fatores negligenciados tão voluntariamente na terra quando se trata de nós mesmos: O desenvolvimento moral, o desenvolvimento intelectual e psíquico, todos, resultantes de nossos esforços pessoais, de nossas lutas e de nossos sofrimentos nos cursos das existências anteriores.

Quando reencarnamos, cada um de nós esteve em seu Vale de Josaphat, isto é, no lugar em que se realizou o julgamento pressuposto sobre cada um de nós, segundo nossa situação de progresso ou de retrocesso.

Esse Vale é portanto, simultaneamente, o de Josaphat para aquele que renasceu, e de Cedron para a mãe que forneceu o corpo em carne e osso.

Eis como 450 mil seres humanos puderam retornar à nossa Terra após seu último julgamento, cada um deles achando o Vale de Josaphat em seu pequeno berço; e não é dos berços guarnecidos das mais delicadas rendas que saíram os maiores gênios e os melhores Guias da humanidade.

CONCLUSÃO

Não joguemos pedra nos Mestres inexperientes que guiaram nossos primeiros passos sobre a Terra, eles agiram seguindo suas consciências.

Sejamos reconhecidos por nos terem transmitido o pouco que sabiam sobre os Livros Santos. Desta maneira despertaram nossas atenções para esses textos.

Temos agora o dever sagrado de fazer brotar ondas dessa deslumbrante que deve guiar os últimos passos da humanidade soa Terra.
... .... ..... ......
Possa vosso livro trazer um pouco de esperança e de coragem àqueles que procuram, abrir os olhos daqueles cuja vista tenha sido falseada e lançar alguma semente n´ alma dos que cedem, inumeráveis, ao turbilhão da vida !

Vosso esforço não terá sido estéril !

** Por Heibling J.
Extraído da Revista L'initiation - março de 1912 Apud Papus: "La Reincarnation", Paris, Dangles, 1953, pgs 186 – 190.

NOTAS (do Tradutor):
1. Estes dados estão desatualizados segundo pesquisas modernas.
2. Estimativa de 1912
3. Prisão de segurança máxima da França situada na antiga Guiana Francesa.

sexta-feira, 10 de janeiro de 2020

O DESTINO, O LIVRE ARBÍTRIO E O FATOR PROVIDENCIAL


        O DESTINO, O LIVRE ARBÍTRIO E O FATOR PROVIDENCIAL

O texto abaixo é a introdução de uma palestra ministrada a 23 de novembro de 1997, em Belo Horizonte, pelo Sacerdote Expectante Sarvananda, discípulo direto de Sevãnanda, 2º Patriarca desta Igreja. * 
O tema de hoje é Aquário. Fora de certo ambiente sabe-se pouco a respeito. Há muita fantasia em torno e muita desinformação. O que vamos escutar hoje é de uma fonte idônea. São informações proporcionadas a partir de uma tradição muito antiga chamada Martinismo. Os Martinistas se instalaram na Europa desde mil setecentos e pouco e até hoje estão na ativa.
Nós não conhecemos muito a respeito. É uma tradição, uma orientação místico ocultista, chame do que quiser, o nome não tem importância. Desse movimento participou um senhor chamado Cedaior (Fundador e 1º Patriarca da Igreja Expectante).


Existem seres sobre este planeta que possuem “condições” que, para a grande maioria dos humanos, são um mistério incrível, difícil de compreender.
Os yogues falam desde há milhões de anos de um feitiço chamado a caixa. É algo assim como um clichê.
Quando Deus cria as coisas, cria em cima de um pensamento criador. Tudo que existe no universo, tudo que existirá ou existiu, é fruto de uma vontade criadora que se manifesta no universo inteiro. Seria como um registro entre registros. Podemos dizer Destino. Portanto, o destino não é fatal. Ele pode ser modificado. Modificado por diversas circunstâncias e poderes, inclusive pelo próprio ser humano. Se fosse fatal, não teríamos a liberdade de agir, não teríamos o livre arbítrio e não teríamos responsabilidade de mérito em nada, não haveria evolução. Seríamos “Hitlers”.

E na liberdade onde o livre arbítrio nos permite, até certo ponto, descobrirmos os novos caminhos. Daí então a evolução.
A evolução não é automática. Ela ocorre dentro de certos padrões. Esses padrões são pré-estabelecidos. São três: Destino, que pessoas de orientação um pouco mais rígidas chamam de inalterável, mas que é alterável. Pelo menos no que se refere ao futuro.
                      O Destino, o Livre Arbítrio e o Fator Providencial.
O Fator Providencial nos fornece a capacidade justamente de modificar o nosso futuro por meio do Livre Arbítrio. Mas este assunto não vamos explicar hoje porque temos muita coisa pela frente.
Só para fim de conhecer como as coisas funcionam, diria que nós estamos numa espécie de navio chamado “vida”, que é sacudido pelas circunstâncias, mas, no leme está alguém. O vento pode afastar o navio de sua rota, mas o comandante do navio sempre tenta manter a rota pré-estabelecida. Repetindo, se não houvesse essa liberdade de ação no homem não haveria evolução nem individual, nem coletiva. Toda vida que existe sobre este planeta e, certamente sobre outros também, ocorre dentro de padrões pré-estabelecidos, como disse antes.
Estes padrões se manifestam por meio de etapas, leis, regras gerais. A Lei Geral da Vida não pode ser modificada, mas dentro dela temos certa liberdade de nos movimentarmos para resolver as coisas.
Relativamente, essa liberdade nossa é limitada. Ela é, no máximo, em uma pessoa comum, de 11%, que é muito pouco. Há pessoas e seres em nível superior que podem ter uma liberdade muito maior. Mas esta liberdade maior de agir se liga ao Pai, porque por aí o homem não tem liberdade. Na medida em que o homem, o ser humano se liga, se dobra, serve a vontade de Deus, essa liberdade aumenta, mesmo porque ela se move dentro das regras Dele. Então, tudo nesse universo ocorre dentro dessas determinadas leis, inclusive o tempo.
Estamos sobre a face desse planeta há 20, 25 milhões de anos, por ai... Quando a terra foi criada, a criação da terra é outro mistério para a ciência. Mas, como dizia, há pessoas, poucos seres humanos superiores que, por razões que desconhecemos, talvez missões, merecimentos ou funções a cumprir, estão em condições de conhecer o que está gravado nesse grande clichê. É justamente o pensamento ou vontade Divina.
De acordo com Cedaior, que é um desses senhores, ele teve e tem acesso a essa lei que é a caixa. Portanto, tem acesso a esse clichê. A partir de 1914, sob a direção direta de um grande mestre dele, Cedaior começou a trabalhar, até 1943, quando faleceu em Porto Alegre.
É muito difícil explicar como funciona essa percepção à caixa. Não vou sequer tentar explicar isto. É conhecer praticamente o funcionamento da vida do universo.
A Terra, de acordo com Cedaior e suas percepções da caixa, foi uma criação do Sol. O Sol não é aquilo que nossos cientistas dizem: uma estrela de constante ebulição nuclear. Sobre isso não vou falar porque foge ao assunto proposto. 
O Sol expeliu a Terra e muito tempo depois a Terra expeliu a Lua. Era como se fosse uma grande VERRUGA que se retirava do Oceano Pacífico. São fatos que não se podem confirmar. Talvez Cedaior ou outro poderiam fazer isso.
Muita coisa que está sendo dita hoje não é necessariamente confirmável pela via comum. Nós temos um sentir e percepção sutil que, quando estimulados a funcionar, nos põem em contato com uma condição única de saber instantaneamente o que é verdade e o que não é quando se aceita e se vê. 
Essa percepção tem que ser adquirida e realmente surge quando o ser humano começa a se desfazer de sua condição de homem comum, que é a condição do homem que possui uma mente comum, ou seja, tridimensional, ou seja, mente concreta, ou seja, mente que voa.
É outra coisa. Se não, é como esse computador que grava no cérebro tudo que vive, pensa imagina, acontece. E fomos gravando como informações. As informações do cérebro nunca vão poder nos informar sobre certos fatos e, muito menos, sobre os fatos akásicos. Para isso, devemos silenciar essa mente concreta, para chegar àquela mente chamada abstrata, que se encontra numa área a qual a mente concreta não penetra. Nós estamos agora escutando alguém falar sobre um assunto, o ser Aquariano. O que nós escutamos se grava na mente concreta. Portanto, na mente cerebral ou, ainda, no córtex cerebral. É igual a uma fita cassete. A cabeça é o aparelho e a fita é o cérebro, o córtex, e grava constantemente. O que se está gravando não pode ser modificado. É como um livro escrito. Então, no passado foi criada uma porção de coisas. O passado não é mais modificável. O que foi vivido é definitivo. O que fizemos de bem ou de mal no passado tem que ser assumido por nós fatalmente.
A partir do momento presente podemos modificar nossa vida. Dependendo da nossa intenção de melhorar e nos tornarmos aptos e merecedores de ingressar no mundo Aquariano, porque o ingresso depende muito da nossa capacidade de mudar, de nos modificarmos. Assim, ocorreram no passado também outras transformações. Este planeta sofreu até hoje por três sacudidas e a quarta está diante de nós. A chamamos de Apocalipse. Mesmo não estando certo, vamos utilizar este termo já consagrado para facilitar as coisas.
Essas grandes mudanças ocorrem periodicamente. A periodicidade dos acontecimentos mundiais é pré-estabelecida. Ninguém vai poder modificar a época da QUARTA NOITE CÓSMICA, como chamam os hindus. Ela é fatal. Entretanto, de acordo com o nosso comportamento, podemos modificar a intensidade dos acontecimentos por merecimento.
Assim, quando houve a Segunda Guerra Mundial, a França foi ocupada pelos alemães. Paris era para estar destruída por um incêndio. Eles colocaram, perto do fim da guerra, um cinturão de pontos incendiários na cidade, esperando a ordem do BIGODUDO para botar fogo.
Aí ocorreu um fato providencial. Um jovem oficial alemão se apaixonou por uma francesinha. Então, ele disse para ela que não contasse para ninguém porque era segredo de estado. Novas tropas instalaram em Paris vários pontos de incêndio para que, numa data desconhecida, pudessem ser ativados e Paris seria destruída por um incêndio. Claro, ela se apavorou e passou a notícia para os “MAQUIS”. O nome Maquis era dado àqueles rebeldes que, no “submundo”, faziam a resistência aos alemães. Eles procuraram os pontos e conseguiram inutilizá-los.

Houve problemas porque os alemães são muito rígidos e não são facilmente iludidos. O fator providencial mesmo foi eclodido pelo grupo chamado Martinista, que conhecia a lei do Destino, do Livre Arbítrio e Fator Providencial. Então, não é que sabiam o que ia acontecer. O grande número de Martinistas e não martinistas que se puseram em modo que eu chamaria de oração, com muita intensidade, levando muita gente a uma vida moralmente impecável, não violenta, fazendo sacrifício de vida, se reunindo e orando muito para modificar esse clichê de fogo que Nostradamus há muito tempo previra.
Essa oração teve como consequência o namoro do oficial alemão com a francesinha e a intromissão dos Maquis, que muitos deles pagaram com a vida ao destruírem os pontos alemães. Paris foi salva das chamas.
A mesma coisa aconteceu no mundo inteiro. Aí está o segredo da ação humana que pode modificar pequenos e grandes fatos. É a chamada Balança Moral.
A Balança Moral é poderosíssima, quando corretamente utilizada. Assim, então, temos um grupo mais ou menos poderoso que hoje pode modificar, até certo ponto, não sabemos quanto, os acontecimentos que ocorrerão dentro de uns vinte a vinte e cinco anos, quando acontecerá a QUARTA NOITE CÓSMICA, a Grande Guerra.
Não há um tempo determinado para que aconteçam as coisas, pois foi dito na Bíblia que nem os Anjos sabem realmente quando as coisas acontecem. Somente Deus.
Voltando ao mundo um pouco mais concreto, não muito concreto: Haverá três períodos de grandes modificações. Sabendo que nos Himalaias foram encontrados peixes fossilizado e conchas marinhas. Assim, no mundo inteiro não houve nenhum ponto da terra que não estivesse sob a água em algum momento. Assim como a água cobriu o nosso continente sul-americano. A falta de centro surgirá no Pacífico leste, chamado Continente Aquariano.
Mas calma aí, que não vai ser para já não. Não sabemos quando vai ser. Mas será.
Em cada transformação da Terra, ocorreu e ocorrerá uma transformação humana coletiva. O ser humano está sobre este planeta há milhões de anos e chegou a esse ponto atual dentro de uma condição chamada mente concreta, estando num ponto crucial.
O destino da humanidade está marcado por diversos fatos. Um deles e o principal fator pelo nosso ingresso na Era Aquariana é uma mudança comandada pelos astros.
Oficialmente, a Era de Aquário começa em dois mil e pouco, segundo astrólogos, e oficialmente durará dois mil e tantos anos. Mas pode durar bem mais porque a Época de Peixes, por exemplo, a qual estamos vivendo agora, começou no tempo de Cristo, mas teve o acompanhamento da humanidade que, muito antes, já possuía uma mente concreta, ou seja, uma mente tridimensional, isto é, que funciona dentro das três dimensões da matéria: altura, largura e profundidade.
A nossa mente que está escutando agora esse camarada falar não é capaz de perceber outra coisa se não o que se encontra dentro dessas três dimensões. Ela é uma mente cerebral, física rígida, dura e bastante obtusa. Entretanto é uma mente bastante avançada dentro daquilo que o ser humano fez até agora, materialmente.
A nossa civilização é uma civilização materialista. Estamos enxergando outro sinal que marca a mudança de rumo. É o nível que a nossa mente, apesar de tudo, atingiu. Uma perfeição bastante grande. Chegou ao máximo possível de cultura material e científica, religiosa e artística. Agora chegou a vez da transformação. Esses tempos em que estamos entrando são únicos na história da humanidade. Desde milhões de anos atrás nunca houve, nem haverá, um fato tão importante e tremendo como este de que estamos começando a participar. Outro fator de mudança é que, graças a nossa tecnologia, o mundo se tornou uma grande aldeia, onde todo mundo sabe o que acontece, as fofocas circulam do Ocidente para o Oridente, onde todo mundo influi em todo mundo.
Sadamm Hussein influi em todo o mundo: Como? Por exemplo: ele leva um baque ou toma uma canelada e em todo o mundo tem uma baixa na Bolsa... E assim por diante. E já estamos totalmente interligados. Não adianta querer fechar o Brasil. Não sou político, mas estamos na época de extensão, abertura. Se abrirmos, está certo.
O modo como fazemos esta abertura não está de todo correto. Mas é porque nós somos imperfeitos. Porque somos cada vez mais aldeia global e já, já seremos uma só nação que cobriremos essa Terra. E não adianta se fechar como Fidel Castro se fechou até agora. Será obrigado a se abrir também daqui a pouquinho. Foi o último que cedeu.
Essa abertura produz, por sua vez, um grande encontro entre as nações. Nós sabemos o que acontece no Japão, no Alasca, no sul da África, no Brasil e em todo lado. Sabe-se o que acontece e isso permite também uma permuta de tudo que nós fazemos, pensamos, sentimos, ansiamos, combatemos. Assim, então, um outro fato importante que está acontecendo é uma permuta das nações. Todos os países são invadidos pela população de todo o mundo. Cuidado. É um fato muito grave e muito importante: a Inglaterra está se enchendo de árabes. A França, de turcos e gregos. Aqui estamos mais ou menos preservados disso. Ninguém quer viver num mundo de terceira qualidade, que é o que nós somos, por enquanto. Mas há grupos que se infiltram aqui prevendo que haverá grandes problemas no Primeiro Mundo e começam a vir pra cá e se instalar de preferência nas áreas amazônicas, onde não há muita população, criando colônias. Então, tudo está cada vez mais entrelaçado.
Com isto não ocorrem novas fronteiras linguísticas e sociais, culturais, e cada vez mais somos uma grande população mundial.
Há outros fatos importantes: o fator mente concreta e abstrata. Uma mente concreta igual a que nós temos, que só compreende aquilo que se fala e que se apalpa, nos torna limitados à compreensão abstrata.
Há alguns anos um cientista físico dos Estados Unidos fez um desabafo. Ele disse: “A nossa ciência chegou ao fim da nossa capacidade de encontrar novidades. Daqui em diante não temos muita coisa para descobrir. Se nós continuarmos desse jeito pesquisando, com certeza vamos topar cara a cara com o próprio Deus”.
Isto de certa forma aconteceu. Mais ou menos dois anos atrás um desses aparelhos com que eles varrem o céu para descobrir vida inteligente em outros pontos do universo percebeu um SOM. Um SOM constante que, não obstante para onde dirigiam o aparelho, lá estava o SOM. Portanto, um SOM que preenche o universo inteiro.
Ora, os hindus conhecem este SOM há cinco mil anos, aproximadamente. E chama-se SAGRADO PRANAVA (OM) e que se canta em todo lugar que se pratica YOGA. Ora, veja só: tiveram esse primeiro contato com o PAI na ciência.

De lá pra cá não se teve mais nenhuma notícia dos cientistas sobre esta descoberta. Respeito deve com silêncio total! Devem estar pesquisando adoidadamente, ora... Vai se pesquisar Deus... Como é que é? O som que vem de todo lado e que não vem de um planeta... Pensaram que vinha de um quadrante do universo ou que vasava de alguma galáxia distante. NÃO!  Em todos os cantos existe esse som. 
Portanto, já estamos de fato começando a acordar. Chegamos onde se deve chegar. Há outros fatores.
NOTAS:
* Texto retirado do  blog da Igreja Expectante: https://www.igrejaexpectante.org

** Swami Sarvananda era o nome místico do sr Georg Kritikos, nascido em Rupea,  Transilvania ( Romênia) e falecido em 18 de abril de 1999 em Curitiba- PR. Vindo residir ainda muito jovem na América do Sul, primeiramente no Uruguai, Sarvananda foi discípulo e auxiliar de Sevananda Swami durante 40 anos consecutivos, e seu sucessor na Ordem dos Sarvas e na Suddha Dharma Mandalam. Com seu Mestre participou ativamente da fundação do “Monastério Essênio e Asharam de Sarva Yoga” em Resende (RJ) durante o período de 1953 e 1960. Neste Ashram, Sevananda desenvolveu vários trabalhos de diferentes escolas iniciáticas  do Ocidente e do Oriente, incluindo a Ordem Martinista, da qual era o Presidente para a América do Sul. Após a morte de Sevananda Swami em 1970, Sarvananda deu continuidade ao desenvolvimento e divulgação das doutrinas Orientais e à Sarva yoga iniciada pelo seu Mestre e amigo. No Martinismo realizou seu trabalho na OM&S.

segunda-feira, 23 de dezembro de 2019

NOTAS SOBRE O NOME DIVINO "IESHOUA


          NOTAS SOBRE O NOME DIVINO "IESHOUA"**

Trata-se aqui de um Nome Divino muito antigo, bem conhecido dos Kabalistas, sobretudo cristãos, tanto como dos doutores da Igreja primitiva. Às vezes, o chamam de "Nome PENTAGRAMA".

São Jerônimo, em sua "Interpretação Mística do Alfabeto", faz do “Shim” hebreu, o símbolo da palavra, do Verbo Vivificante. Esta letra, já era considerada, pelos cabalistas hebreus, uma das três letras mães (com Aleph e Mem), e representa o Fogo.

                 
             

Em seu livro "Martinismo e Franco-Maçonaria" (página 98, edição de 1899, Paris), Papus afirma que o “Shin”, inserido na Estrela Flamígera (o Pentagrama) com a ponta para cima, demostra ao iniciado Rosa-Cruz, a Encarnação do Verbo Divino na Natureza Humana. 
       
O Dr. R. Allendy, em sua obra "O Simbolismo dos Números" (Paris, 1948), agrega as seguintes palavras ao escrito por Papus: "A adição do Shin, ao Tetragrama sagrado, marca o passo do Quaternário ao Quinário para produzir a Criatura vivente. Jesus, o Verbo feito carne, representa, cabalisticamente, toda Criatura, e em particular ao Homem, posto que este é a mais evoluída das Criaturas..."

Segundo a tradição cristã, a Natureza inteira foi arrastada com Adão em sua queda, no momento de sua falta. Assim, podemos deduzir que a esta mesma Natureza pode ascender com o Homem depois deste resgatar o Verbo.

Cornélio Agrippa, em sua "Filosofia Oculta", (capitulo VII do 2º livro, Colonia, 1533), afirma: "Nos tempos da Lei, o Nome Inefável de Deus era de quatro letras: Iod-He-Vau-Hé , no lugar delas, os hebreus, por respeito, liam simplesmente Adonai (Resultado de imagem para Adonai em hebraico, Senhor), ou seja, Aleph-Daleth-Num-Iod. Nos tempos da Graça, o Nome de Deus é o Pentagrama Iod-Hé-Shin-Vau-Hé, no qual, por um Mistério que não é o menor, se invoca também em um Nome de três letras: Iod-Shin-Vau...".




Observemos de passagem que o Nome de Cinco Letras é Ieshouah, e o de três letras é Ishouh. Em seu quadro de recapitulação na Escala do Quinário, o célebre ocultista nos mostra que Ieshouah é sinônimo de Elohim (Aleph-Lamed-Hé-Iod-Mem) e também de Elion (Ayin-Lamed-Iod-Vau-Num), estes dois Nomes Divinos estão relacionados com o Mundo Arquetípico.   
                                    
Antes de Agrippa, Enrique Khunrath, já havia inserido o Nome Divino de Cinco Letras, Ieshouah, no centro da Quinta prancha de sua célebre obra, o "Anfiteatro da Eterna Sabedoria", (Hanau, 1609), representando o Cristo na cruz, e na duodécima prancha, representando o Pantáculo, chamado de Khunrath.

Louis Claude de Saint-Martin precisa seu pensamento sobre este Nome, em sua "Correspondência", citada por Papus: “Quando o Cristo veio, Ele tornou mais central ou mais interior ainda a pronúncia desta palavra (Tetragrama), posto que o Grande Nome, que estas quatro letras expressavam, é a explosão quaternária, ou o sinal crucial de toda a vida. No lugar de Jesus Cristo, que levando no alto o “Shin” dos hebreus, ou a letra S, uniu o Santo Ternário ao Grande Nome Quaternário do qual três é o princípio... Sem dúvida há uma grande virtude ligada a esta pronúncia verdadeira, tanto central (interior), como oral, deste Grande Nome e do de Jesus Cristo, quem é aqui como a Flor. A vibração de nosso ar elemental é uma coisa bem secundária na Operação pelo qual estes Números fazem sensível àquele que não era. Sua Virtude é fazer hoje, e em todo momento, o que eles fizeram no Começo de todas as coisas, para dar-lhes origens. E como elas produziram todas as coisas antes que existisse este Ar, sem dúvida, que eles estão inclusos, acima do Ar, quando desempenham as mesmas funções..." 

*    *    *

Como se vê, todos os nomes da Cabala, nos séculos XVI, XVII e XVIII, conheceram o profundo valor do nome Pentagramático. Paul Sédir cita, na "História e Doutrina dos Rosa-Cruzes" (Paris, 1932, pág 282), um discípulo Rosacruz, Wilhelm Menens, de Anvers, que fala em seu "Aureum Vellus" da grande força que está escondida no Nome I. H. S. V. H; ou seja, Iod-Hé-Shin-Vau-Hé, evidentemente.

Observem que Ieshouah, (Jesus em hebraico), têm a mesma pronúncia fonética de Ieshouah (José em hebraico), apesar deste último se escrever: Iod-Shin-Vau-Ayin. Igualmente, em uma palavra idêntica, mas escrevendo Iod-Shin-Vau-Ayin-Hé, significa em hebraico socorro, liberação, saúde, vitória. (Êxodo: XIV, 13; Jób: XXX,15; Samuel:XIV,45; Isaac:XXVI,1).


Claramente está demonstrado o reconhecimento, e utilização, por todos os Cabalistas cristãos, do profundo Mistério incluído no Nome Divino Ieshouah. É a este título que o Martinismo Tradicional fez, deste Nome, sua misteriosa "palavra", insuflando na oração Martinista um caráter realmente esotérico e uma potencialidade irrepreensível.

É suficiente, para nós, sabermos que Cabalistas do valor de Pico de la Mirandola e Reuchlin, trabalharam sobre o Mistério do Nome Pentagrama, para não conceder nenhuma importância às críticas malévolas e interessadas. Nos basta, encontrarmos entre os estudantes do Mistério dos Nomes Divinos, um nome como o do Padre Athanasius Kircher, em seu "Oedipus Aegyptiacus", (Roma, 1653), ou o de Arcanjo de Borgonovolo, para demonstrar, aos Martinistas Tradicionais, que se encontram em muita boa companhia utilizando o Nome Divino Ieshouah.
         
Do mesmo modo como o Anjo Condutor separa os Israelitas dos Egípcios na passagem simbólica do Mar Vermelho, o “Shin” separa, dois a dois, as quatro letras

]do Tetagrama Inicial, expressando o Deus Vivo, o Deus do Mundo, o Deus Manifestado. Os dois valores numerais assim obtidos são muitos significativos.


Entretanto mais significativo é esta inserção do “Shin” no centro do mesmo Tetragrama, este “Shin”, letra mãe, que designa o Fogo, e nos remete aos Evangelhos:

" Eu sou o Pão e a Vida..."
" Eu vim para colocar o Fogo no seio das coisas..." 

*    *    *

Enfim, é incontestável que este Nome Divino é capaz de unir a totalidade dos Martinistas dispersos pelo mundo, qualquer que seja sua religião ou suas crenças filosóficas. E deste modo tornar-se um fator de unidade.

O Islã apresenta Jesus como profeta "Sidna Issa", e o Corão nos diz: "Há somente dois seres que a asa de Shitane (satan) não tocou de modo algum: Jesus e sua Mãe...”.  E diz ainda: "O Anjo disse à Maria, Deus te anuncia seu Verbo. Ele se chamará Jesus, o Messias, filho de Maria, grande neste mundo e no outro e confidente do Altíssimo..." (Corão: IV, 40). Por fim: "Deus disse a Jesus: Eu te levarei a morte, e te elevarei à Mim. Tu serás separado dos infiéis. E aqueles que hajam seguido serão elevados por encima deles (os infiéis), até o Dia do Juízo..."
(Corão: IV, 48).

O Hinduísmo moderno, em sua "Ordem Ramakrishna", conhece a meditação sobre o "Senhor Jesus" (ver Swami Sivananda Sarasvati: "Prática de Meditação", Paris, 1954). E isto ao mesmo título de Krishna e Shiva.

O Budismo o identifica com o Avatar de um dos seus Bodhisattvas, muito provavelmente de Avalokitesvara, o da Misericórdia. E, à parte deste aspecto, a Teosofia vê aqui o Logos de nosso sistema solar.
  
Por fim, os cabalistas veem aqui, evidentemente, um dos Nomes do Messiah, o Messias.

Somente o Magismo racionalista, inclusive ateu, ignora (voluntariamente, sem dúvida), a omnipotência do Nome do Reparador, como o chama a Tradição

Martinista. Mas não esqueçamos que esta corrente reúne, frequentemente, os elementos luciféricos do Oculto, e isto os justifica.


** Retirado do Ritual Geral da Ordem Martinista. Tradução Pseudo-Sedir.





sábado, 10 de agosto de 2019

DATAS COMEMORATIVAS MARTINISTAS



                       DATAS COMEMORATIVAS MARTINISTAS


JANEIRO

02. Nascimento de Paul  Sedir (1871)

05. Nascimento do Guru Yogananda

09. Falecimento de Swamini Mãezinha Sádhana

13. Nascimento de Vivekananda (1863)

16. Nascimento do Avatar Sri Bhagavan Mitra Deva (1919)

18. Nascimento de Sir Bulwer Lytton (1873)

22. Falecimento de Mestre Cedaior (1943)

30. Falecimento de Mahatma Gandhi (1948)


FEVEREIRO

3. Falecimento de Paul  Sedir (1926)

5. Falecimento de Saint Yves d´Alveydre (1909)

11. Nascimento de Eliphas Levy (1811)

12. Nascimento de Jean Chapas (1863)

21. Data comemorativa de todos os Martinistas Desconhecidos.

       Falecimento de  Willermoz (1824)

       Falecimento de Jean Bricaud (1934)

26. Nascimento de Saint Yves d´Alveydre (1842)

27. Falecimento do Conde Saint Germain (1784).


MARÇO

07: Falecimento de Yogananda (1952)
09: Falecimento de Sri Yukteswar (1936)
22: Nascimento de M. Sevananda (1901)
      Falecimento de Nicolas Flamel (1417)
27: Falecimento de Fabre d´Olivet (1825)

29: Falecimento de Swendenborg (1772)


ABRIL

06: Nascimento de M. Stanislas de Guaita (1867)

14: Falecimento de Sri Ramana Mahashi (1950)

18: Falecimento de Swami Sarvananda (1999)

22: Fuzilamento do Grão-Mestre Constant  Chevillon pelos nazistas (1944)

25: Nascimento de M.E.M. Philippe de Lyon  (1849)

MAIO

08: Dia do Lótus, festa mística

10: Nascimento de Khrishnamurti  (1895)

24: Falecimento de Francisco Valdomiro Lorenz (1957)

Data móvel: Plenilúnio de maio, o Grande Festival de Vaisakh, no Oriente.               


JUNHO

09: Falecimento de Eliphas Levy (1875)

22. Nascimento de Swami Sarvananda (1922)

24: Dia de São João Batista                                         
 

JULHO

13: Nascimento de Mestre Papus  (1875)

21: Falecimento de Henri De Laage (1882)

                                         
 AGOSTO

02: Falecimento de Mestre Philippe de Lyon (1905)

17. Fundação da Igreja Expectante por Cedaior (1919)

26: Falecimento do iluminado Cagliostro (1795)

24: Falecimento de  AOR (1943)

28: Nascimento de Goethe (1749)

31: Falecimento de Marc Haven (1926). 

                           
SETEMBRO

1. Nascimento de Cedaior (1872)
2. Falecimento de Jean Chapas (1932)

3. Nascimento de Horácio de Carvalho (1857)

8. Descida da Santa Sophia (Natividade de Maria)

14. Nascimento de Agrippa  (1486)

20. Falecimento de M. de Pasqually (1774)

26. Falecimento do Guru Lahiri Mahasaya (1895)

28. Falecimento de Dario Vellozo (1937)

30. Nascimento do Guru Lahiri Mahasaya (1828)
  

OUTUBRO

2. Nascimento de Gandhi (1869)

7. Nascimento de AOR (1879)

8. Falecimento de Horácio de Carvalho (1933)

13. Falecimento de  Louis Claude de Saint Martin (1803)

25. Falecimento de Papus  (1916)

27. Falecimento de Phaneg  (1945)

31. Falecimento de Barlet  (1921)


NOVEMBRO

6. Falecimento de M:: Sevananda Swami (1970)

10. Nascimento de Paracelso (1493)

26. Nascimento de Dario Velozo (1869)


DEZEMBRO

5. Falecimento Do Guru Swami Subrahmanya, iniciador externo da SDM (1924)

19. Falecimento de M. Stanislas de Guaita (1897)

23. Nascimento de Swamini Sàdhanâ


      Nascimento de Francisco Valdomiro Lorenz  (1872)

25. O Verbo desce entre os Homens. Bendito Seja!

NOTAS:

1.  Estas datas foram publicadas originalmente por Sevananda Swami em seu livro “Yo que Caminé el Mundo” e atualizadas, por Pseudo-Sedir, para este blog.

2. Sevananda era o representante da SDM na América do Sul, por isto, a inclusão dos Mestres desta Tradição em seu calendário anual.